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Se você está interessado em guardar dinheiro para investir, a mudança para transformar sua vida começa agora!

Neste post, mostraremos etapas fundamentais a serem percorridas para você finalmente começar a investir e prosperar.

Vamos lá?

1) Reflita sobre seus valores e hábitos

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Analise seus hábitos de consumo para não sabotar seu objetivo de investir.
 
Durante décadas, gastar dinheiro, comprar, consumir e ostentar eram símbolos de status.
 
Nos últimos anos, houve uma grande mudança de valores:  o desejo de conquistar independência e liberdade financeira mostrou que o mundo dos investimentos é o passaporte para este universo.  
 
Com isto, o tema “educação financeira” entrou no radar de várias gerações, desde os millenials que sonham se aposentar aos 40 anos (ou antes disso) até as pessoas que planejam a aposentadoria ou buscam aumentar  patrimônio.
 

Por outro lado, tem também as pessoas que vivem com o lema “deixa a vida me levar”, ignorando que o tempo voa e o futuro chega rápido.

Em um mundo repleto de estímulos para o consumo (entretenimento, hobbies, tecnologia, viagens, roupas, carros, restaurantes, bares, estética, etc), ter disciplina faz a diferença. Investir implica em adiar o uso do dinheiro no presente para poder usufrui-lo rentabilizado no futuro. Nem sempre é fácil, toda escolha implica em uma renúncia.

Na verdade, você não precisa abrir mão de tudo que mais gosta para guardar dinheiro, porém deverá adaptar alguns comportamentos para que seus hábitos de consumo não sabotem seu objetivo de investir.

Reflita, por exemplo:

  • O que fazer para quitar dívidas o quanto antes?
  • Preciso ter um carro?
  • Trocar de carro agora é realmente importante?
  • Vale a pena comprar um imóvel financiado e ficar endividado pelas próximas décadas?
  • Preciso sair para comer fora todos os fins de semana?
  • Preciso viajar em todos os feriados?
  • Será que preciso mesmo comprar mais roupas?
  • Já que não consigo abrir mão de alguns gastos, o que posso fazer para equilibrar as contas de outra forma?
  • Como ter uma renda extra além do meu salário?
  • Como posso me divertir sem gastar muito dinheiro?
  • Se eu dedicar um tempo para mudar plano de celular e TV por assinatura, consigo alguma economia?
  • Minhas despesas cabem no meu orçamento?

Enfim, vale a pena fazer este exercício de reflexão e prosseguir para o Passo 2.

2) Compare sua renda com seus gastos

Suas despesas cabem no seu orçamento?

 

“Não sobra dinheiro no mês” é uma das principais dificuldades alegadas pelas pessoas que não investem.

Na verdade, é preciso inverter a ordem para que o investimento se torne prioridade.

Isto significa que, quando você receber o salário, deve primeiramente investir um valor, pois se esperar os dias passarem para ver o que sobra, muito possivelmente acabará gastando o dinheiro com o que não precisa.

Fazer um raio X de seus gastos é essencial para mudar esta realidade imediatamente. Quando nos conscientizamos, fica mais fácil seguir um plano de ação.

Devemos dar ao pilar financeiro a devida importância assim como fazemos com outros campos da vida (saúde, relacionamentos, lazer, etc).  Desta forma, assim como costumamos cuidar da saúde com alimentação saudável, atividades físicas, consultas regulares ao médico, etc, devemos também tratar da nossa saúde financeira.

Isto envolve, por exemplo:

  • Comparar mês a mês onde você gasta mais.
  • Refletir se os gastos realmente têm proporcionado o retorno desejado.
  • Avaliar se determinado serviço que você paga realmente é necessário.
  • Avaliar se os gastos estão de acordo com o que você produz mensalmente.

Nos EUA, há uma expressão que no Brasil não usamos. Aqui costumamos falar em “receber salário”, “quanto ganhamos por mês”, mas em inglês dizemos “make money”. Daí a reflexão muda para “o quanto faço de dinheiro permite que eu gaste da forma como eu quero?”, ou ainda, “preciso economizar ou devo me motivar a fazer mais dinheiro?”

Para levantar e administrar suas despesas, você pode usar o método que preferir: pode ser aplicativo, planilhas, anotações ou softwares específicos. Existem inúmeras alternativas disponíveis na internet.

Seja persistente e torne a administração de suas despesas um hábito.  Desta forma, você aprenderá uma virtude fundamental para tornar-se investidor: dar valor a seu dinheiro!

3) Estude para vencer o medo do desconhecido

Dedique tempo para aprender como funciona o mundo dos investimentos.

 

Um outro problema muito comum no universo dos investimentos é o medo do desconhecido: medo de investir, medo de perder dinheiro, medo de escolher uma corretora, medo de tomar decisões.

Como resultado, a pessoa fica em dúvida e escolhe não mudar, preferindo aceitar as opções que o gerente do banco oferece (o qual tende a vender produtos que a instituição tem interesse). Embora possa até parecer uma zona de conforto, tenha em mente que “não agir” também é um risco!

O melhor antídoto contra o medo é o conhecimento. Dedique um tempo para estudar e saber como funciona o mundo dos investimentos. Na internet, há uma infinidade de materiais gratuitos disponíveis para começar a desbravar o assunto.

Conforme for avançando em suas leituras, pesquisas e estudos, fique atento a cursos para se aprofundar em renda fixa, renda variável e gestão de risco - muitos deles são gratuitos e já passam uma boa ideia de como começar a investir.

4) Defina seu objetivo e faça um planejamento

Com uma meta, fica mais fácil traçar o melhor caminho para atingir o objetivo.

 

Sabemos que nem sempre é fácil economizar para investir, mas ter uma meta vai ajudar você a ter foco e sentir-se motivado para conquistar seu objetivo.

Reflita: qual é sua meta de investimento?

  • Ter uma reserva de emergência?
  • Ter estabilidade financeira?
  • Aumentar patrimônio?
  • Comprar um imóvel?
  • Estudar no exterior?
  • Planejar o futuro dos filhos?
  • Planejar a aposentadoria?

Independentemente do seu objetivo, ter um propósito vai ajudar você a ter foco e traçar o melhor caminho para chegar lá.

Determine a quantia que deseja investir e defina em quanto tempo deseja atingir seu objetivo.

Comprometa-se a desenvolver o hábito de reservar um valor para investir com constância. Aqui, mais importante do que o valor total é consolidar o hábito de investir.

Pode ser difícil no início, mas conforme notar que está conseguindo “juntar dinheiro”, você se motivará para ir em frente!

A partir deste momento, diante de tanto empenho, você passará a dar muito mais valor a seu dinheiro e o desejo de investir bem será uma consequência natural de todo este planejamento.

5) Abra uma conta em uma corretora de valores

Investir bem significa fazer seu patrimônio crescer de verdade.

Lembre-se que a inflação corrói seu poder de compra com o passar do tempo. Diante desta realidade, você pode contar com o serviço especializado de uma corretora de valores - como a Terra Investimentos - para obter os melhores resultados para seus investimentos.

Para começar a investir e ter acesso a uma variedade de produtos, abra uma conta em uma corretora de valores. Na Terra Investimentos, por exemplo, é possível abrir sua conta facilmente em poucos minutos.

   - Mas por que é melhor investir com uma corretora, e não pelo banco?

Quando você aceita os investimentos que o gerente do banco oferece, acaba restringindo suas alternativas aos produtos que a instituição tem interesse em distribuir para atingir metas (normalmente, CDB, fundos, títulos de capitalização e poupança).

Observe que quando o cliente tem mais alternativas de investimento, pode selecionar realmente os melhores produtos alinhados a seu perfil e objetivo.

   - Mas os bancos também têm suas corretoras, certo?

Sim, mas neste caso é preciso lembrar ainda que as taxas cobradas pelas corretoras de bancos são bem mais elevadas, reduzindo seus ganhos.

Por outro lado, quando você investe através de uma corretora independente (ou seja, instituição não ligada a bancos), ela faz recomendações de forma isenta, buscando as efetivamente melhores alternativas para seus clientes.

6) Descubra seu perfil de investidor

Conhecer seu perfil de investidor é fundamental para saber quais são as aplicações mais indicadas para começar a investir.

Ao abrir sua conta na corretora, você faz um simples teste online e descobre seu perfil de investidor com base em sua tolerância ao risco. Basicamente, há três tipos de perfil:  Conservador, Moderado e Arrojado.

Por exemplo, se seu perfil é conservador, não será possível investir em produtos que envolvem riscos maiores, como ações e outras modalidades de renda variável.

Para você entender melhor sobre os perfis, vamos analisar cada um deles:

  • Investidor Conservador
    Gosta de aplicar seus investimentos de forma equilibrada e diversificada. Além dos investimentos em renda fixa, tem interesse em conseguir uma melhor rentabilidade com outros produtos, mas sem correr riscos expressivos.
  • Investidor Moderado
    Poderá investir em produtos de renda fixa estruturada (debênture, CRI e CRA), renda fixa protegido (COE com mínimo garantido), mercado à vista (compra e venda de ações e/ou de ouro, ETFs e BDRs), mercado a termo, empréstimos de ativos (posição doadora) e fundos de investimento (curto prazo, ações, renda fixa, balanceados, capital protegido, estratégia específica e imobiliário).
  • Investidor Arrojado
    Entende a complexidade dos instrumentos financeiros, os riscos a eles associados e está disposto a correr riscos em busca de melhores retornos. Além dos produtos para os investidores com perfil Conservador e Moderado, poderá investir em futuros e opções do segmento BMF, opções do segmento Bovespa, mercado a termo e empréstimos de ativos, renda fixa desprotegido (COE sem mínimo garantido), fundos de investimentos e fundos de investimento off shore.

7) Continue estudando

Após abrir sua conta na corretora, se preferir, você pode dedicar um tempo apenas para se familiarizar e estudar os tipos de investimento: não há pressa ou obrigação de investir imediatamente.

Desta forma, aproveite para estudar os materiais como análises e relatórios que a corretora disponibiliza a seus clientes.  Assista a vídeos, acompanhe salas ao vivo no Youtube, utilize ferramentas disponíveis como simuladores, faça treinamentos e siga as redes sociais das corretoras.

Atualmente, há diversos cursos presenciais e online, gratuitos e pagos, para você aprender mais sobre o mercado.

Agora que você já sabe o caminho das pedras, poderá se aprofundar nos conhecimentos do próximo passo.

8) Conheça os tipos de investimentos em renda fixa e variável

Para cada perfil, há uma combinação de investimentos ideais.

 

Na sequência, vamos dar uma visão geral para que, depois, você possa aprofundar seu conhecimento. Basicamente, os investimentos se dividem em duas categorias:

  • Renda fixa
  • Renda variável

Vamos agora entender a diferença entre cada um:

Renda Fixa é um título público ou privado através do qual você empresta seu dinheiro para uma instituição que busca recursos para financiar suas atividades. Como contrapartida, você recebe um rendimento que pode ser prefixado ou pós-fixado.

- E qual a diferença entre o pré e pós-fixado?

Como o próprio nome diz, a taxa prefixada tem a rentabilidade fixa. No momento da compra do investimento, já se sabe antecipadamente a rentabilidade (independente das condições do mercado) até a data do vencimento.

Por outro lado, a taxa pós-fixada é atrelada a um indexador da economia (a exemplo do CDI, IPCA e taxa Selic). Como resultado, o rendimento pode variar para cima ou para baixo conforme o desempenho desses indicadores.

Os investimentos de renda fixa são:

  • Tesouro Direto – são títulos públicos de renda fixa. Considerados os ativos com menor risco em uma economia, através deles, a pessoa empresta dinheiro ao governo federal.
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário) - é um investimento de renda fixa emitido pelos bancos através do qual a pessoa empresta dinheiro à instituição bancária para que esta financie suas atividades.
  • LCI (Letra de Crédito Imobiliário) - é um investimento de renda fixa emitido pelos bancos para financiar atividades do setor imobiliário.
  • LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) - é um investimento de renda fixa emitido pelos bancos para financiar atividades do setor do agronegócio.
  • LC (Letra de Câmbio) - é um investimento de renda fixa emitido pelas financeiras para financiar o custo de empréstimos.
  • CRI (Certificado de Recebível Imobiliário) – é um investimento de renda fixa emitido por companhias securitizadoras para financiar transações do mercado imobiliário (financiamentos residenciais, comerciais ou para construções, contratos de aluguéis, etc).
  • CRA (Certificado de Recebíveis Agrícolas) – é um investimento de renda fixa emitido por instituições securitizadoras para financiar o setor agrícola.
  • Debêntures – é um investimento de renda fixa emitido por empresas (que não são instituições financeiras ou de créditos imobiliários) para financiar suas atividades.
  • Fundos de Investimentos – é um investimento coletivo no qual os investidores reúnem recursos para aplicar em uma carteira de ativos financeiros oferecida em forma de cotas por administradoras para captar recursos. Há fundos de investimento de renda fixa, mas também existem os atrelados em renda variável.

Renda variável

Consiste nos investimentos feitos através da Bolsa de Valores.

Como o próprio nome diz, este tipo de investimento é variável, não sendo possível ter certeza da rentabilidade futura. Por envolver maior risco, a possibilidade de ganhos é mais expressiva, porém é preciso lembrar que a possibilidade de perda também é igualmente maior.

É um mercado suscetível a altas e baixas na Bolsa decorrentes de notícias e percepções quanto ao macrocenário brasileiro e global (em termos políticos, econômicos e sociais), bem como às expectativas de investidores quanto aos negócios das empresas.

A mais popular modalidade de renda variável são as ações, títulos negociados na Bolsa que representam a fração mínima do valor das companhias.

Quando você compra ações da empresa, torna-se sócio dela. Com isto, caso ela apresente bom resultado, os lucros são distribuídos entre os acionistas de maneira proporcional.

Uma alternativa interessante para quem deseja investir em ações é aplicar em uma carteira recomendada da corretora. Neste caso, o analista de mercado especialista da corretora indica uma seleção de ações para investir. Neste outro post, explicamos como investir em uma carteira de ações com facilidade.

Outra forma de investir em ações indiretamente é aplicar os recursos em ETFs (Exchange Traded Funds), fundo de ações atrelado aos Índices da Bolsa.  Esta pode ser a opção ideal para que deseja comprar ações variadas, mas não tem muito dinheiro nem muito conhecimento. Neste caso, você não precisa gerenciar o desempenho individual das ações, facilitando o investimento para iniciantes.

Outra modalidade que talvez você já tenha ouvido falar são os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs), compostos por ativos do setor imobiliário. Neste caso, investe-se em empreendimentos como escritórios corporativos, hotéis, hospitais, shopping centers, entre outros.

Além da valorização das cotas, a maioria dos FII paga aluguel mensal para cada investidor. Desta forma, você obtém os benefícios de um imóvel fixo, mas sem se preocupar com escritura, inquilino e manutenção do imóvel.

Além das ações, há diversas outras opções de investimento em renda variável, as quais abordaremos em mais profundidade em outros posts. Entre eles, destacamos os fundos de ações, contratos futuros, câmbio, commodities, opções, derivativos, COE (Certificado de Operações Estruturadas), entre outros.

9) Saiba os detalhes essenciais na hora de escolher o investimento

Inicie sua jornada no mundo dos investimentos focando em seus objetivos. Entre os aspectos que você deve observar na hora de escolher como investir seu dinheiro, sempre observe estes pontos:

  • Ativo – pesquise sobre as características de um determinado tipo de investimento.
  • Rentabilidade – considere a expectativa de rendimento, bem como incidência de imposto de renda e eventuais taxas envolvidas.
  • Prazo de aplicação – saiba qual é o prazo para resgate (curto, médio ou longo prazo), se é possível resgatar antes do prazo determinado e se há incidência de taxas/impostos, caso o resgate tenha que ser feito antes da data prevista.
  • Liquidez – é a capacidade de converter um bem em dinheiro, ou seja, é a rapidez com que você consegue se desfazer de um investimento e receber o dinheiro. É fundamental diversificar e planejar bem onde colocar os recursos para poder ter sempre dinheiro disponível numa situação inesperada.
  • Aplicação mínima – verifique o valor necessário para investimento mínimo.
  • Riscos envolvidos – sempre verifique os possíveis riscos de um investimento para poder tomar a melhor decisão com base em informações.

Caso seja iniciante e queira começar a investir com cautela, pode começar pelas opções mais conservadoras.

Com o tempo, é natural que se interesse mais pelo assunto e busque novos conhecimentos para aprender a investir o próprio dinheiro de forma cada vez mais inteligente e diversificada.

10) Diversifique os investimentos e deixe seu dinheiro trabalhar para você!

Acompanhe seus investimentos e faça novos aportes para o patrimônio crescer.
 

Agora que você já encontrou o investimento ideal, poderá iniciar a composição de sua carteira.

Lembre-se de diversificar seus investimentos com opções para o longo prazo (visando rendimento mais elevado) e também com liquidez para o curto prazo, no caso de precisar de uma reserva de emergência.

Caso você tenha perfil moderado ou arrojado e tenha interesse em investir também em renda variável, pode começar aplicando uma pequena porcentagem do seu investimento em ações.

Desta forma, você vai se familiarizando com este tipo de aplicação e poderá aumentar o aporte nesta modalidade conforme se sentir mais seguro.

Continue acompanhando seus investimentos e fazendo novos aportes. No caso de qualquer dúvida, fale com o especialista em investimentos da corretora.

Inspirado para começar a economizar e investir? Aproveite este momento para abrir sua conta sem nenhum custo. Faça seu cadastro em instantes e conte com a gente para dar seus primeiros passos. 

Vamos juntos!

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