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Ações: guia completo para começar a investir no mercado financeiro

Entenda as estratégias para operar no mercado de renda variável, como comprar ações e aproveitar ao máximo as carteiras recomendadas  

Já imaginou se tornar sócio das maiores empresas brasileiras e ter a possibilidade de ganhar dinheiro com o lucro dessas companhias? É isso que acontece quando você investe em ações, que são pequenos pedaços do capital social de uma empresa. 

Esqueça os mitos de que investir na Bolsa é só para ricos, que precisa de muito dinheiro ou é necessário entender tudo de economia para poder investir. Na verdade, com os avanços tecnológicos, a disseminação da educação financeira e o amadurecimento do mercado de ações, está cada vez mais fácil investir em renda variável. 

A poupança foi, por décadas, o local mais usado pelos brasileiros para colocar seu dinheiro. Mas com o maior acesso à informação, as pessoas estão abrindo os olhos e percebendo que, na verdade, esta é uma forma de deixar seu capital ser corroído pela inflação. Uma das maneiras de fugir dessa velha armadilha é o mercado de ações. 

Se você está começando agora a estudar sobre ações, confira neste guia um passo a passo completo para investir no mercado financeiro. 

Quando começar a investir em ações? 

Buscar conhecimento é o primeiro passo fundamental para investir em ações. Estudar sobre investimentos e entender os conceitos de renda variável é essencial para que você tenha confiança de onde vai colocar o seu dinheiro. Afinal, você trabalhou muito para conquistá-lo e cuidar bem dele deve ser prioridade. 

Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo, passa cerca de 80% do seu tempo lendo. De balanços de empresas a jornais e livros, ele ficou décadas consumindo conteúdo para poder tomar as melhores decisões do que fazer com o seu dinheiro. Por isso, na visão dele, o conhecimento é como os juros compostos: se acumulam ao longo do tempo. 

Compreender as diferentes formas de se investir, entender os variados produtos que existem, os termos financeiros, as taxas e rentabilidades que incidem sobre os ativos, saber quais indicadores analisar, comparar empresas e muitos outros fatores são pontos relevantes para qualquer investidor. Claro que há muita informação por aí e no início pode parecer muito complexo. Mas se você está no início, vá fundo nos diversos conteúdos gratuitos que hoje estão disponíveis para ganhar uma boa noção sobre o mercado de ações. 

guia de ações-blog-terrainvestimentos-0Três pontos-chave para os investidores iniciantes  

O investidor iniciante de renda variável precisa entender primeiro sobre três assuntos: reserva de emergência, perfil de investidor e as diferenças entre renda fixa x renda variável. 

Reserva de emergência 

A reserva de emergência é uma segurança necessária para qualquer investidor. Como o próprio nome diz, a reserva de emergência é um dinheiro que você tem guardado e que pode ser usado em casos imprevistos. Assim, caso surja algo inesperado, você tem uma reserva para gastar sem precisar tirar dinheiro dos seus investimentos. 

Antes mesmo de pensar em investir em ações, ter sua reserva de emergência é a essencial para qualquer investidor. Mas como calcular esse valor? O total da reserva de emergência varia de pessoa para pessoa. Você precisa primeiro levar em conta os seus gastos mensais. Digamos que você gaste R$ 4 mil por mês de despesas (água, luz, aluguel, gás, internet, alimentação, etc). Você deve ter uma reserva de emergência que seja de 6 a 12 vezes esse valor mensal. Ou seja, neste caso, de R$ 24 mil a R$ 48 mil. 

É importante que esse dinheiro seja aplicado em renda fixa para evitar oscilações. E que ele tenha alta liquidez, ou seja, que você possa ter acesso ao dinheiro de forma rápida. 

Perfil de investidor  

Você sabe qual é o seu perfil de investidor? Identificar a forma como você vê o dinheiro e qual é o grau de risco que você aceita é fundamental para começar a investir. Na internet e nas corretoras de valores você pode fazer este teste e identificar qual é o seu perfil de investidor. Ele vai ser importante para decidir em quais tipos de ativos você deve investir e também o quanto você pode investir em renda variável e renda fixa. Existem principalmente três tipos de perfis de investidor: 

  • Perfil conservador: é o que prioriza a segurança do dinheiro e evita grandes oscilações em seu patrimônio. Assim, na diversificação dos investimentos, o conservador vai optar principalmente por ativos que tenham menos risco, como a renda fixa. Dependendo dos casos, uma pequena parcela pode ser aplicada em renda variável, mas que não comprometa grande parte do patrimônio. 
  • Perfil moderado: é o investidor que está no meio termo entre o conservador e o arrojado. Ele aceita correr mais riscos do que o conservador para tentar obter lucros maiores, mas também não abre mão da segurança ao investir. Assim, é um perfil que mescla mais opções de renda fixa e de renda variável, se permite diversificar mais o patrimônio e tenta equilibrar a rentabilidade versus os riscos.
  • Perfil arrojado/agressivo: é o investidor que gosta de correr mais riscos em busca de altas rentabilidades. Ele possui mais conhecimento do mercado financeiro e assume posições mais estratégicas para alcançar maiores retornos. É preciso um alto preparo técnico e emocional para lidar com os ganhos e perdas inevitáveis no meio do caminho. 

Renda fixa x renda variável 

Antes de começar a investir em ações, você precisa entender as diferenças entre renda fixa e renda variável. Assim, conseguirá montar uma carteira de investimentos que esteja dentro do seu perfil de investidor. Saber o que está fazendo na hora de aplicar seu dinheiro é fundamental para dormir tranquilo. Evite pular etapas no processo e entenda que o conhecimento é essencial para investir com segurança. 

  • Renda fixa: são ativos que têm critérios de rentabilidade e prazos definidos para resgate. Ou seja, quando você investe você sabe exatamente o valor que irá resgatar ou sabe quais taxas vão influenciar na rentabilidade do seu ativo se vender ele só no prazo pré-acordado. São exemplos os títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs, CRIs e CRAs. 
  • Renda variável: são ativos que não têm uma rentabilidade estipulada e podem oscilar tanto para cima quanto para baixo ao longo dos dias, semanas, meses e anos. Eles costumam ter um potencial de retorno maior proporcionalmente aos maiores riscos envolvidos. São exemplos as ações, os fundos de investimentos, os fundos imobiliários, o mercado de opções, os ETFs, os BDRs, os contratos futuros, entre outros. 

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Quais são os tipos de ações?

As ações podem ser classificadas de várias formas. Uma das maneiras mais comuns de diferenciar os tipos de ações é pelo tamanho das empresas e sua liquidez (ou seja, se é fácil comprar e vender seus papéis). Desta forma, temos as blue chips, as smalls caps e as mid caps. 

  • Blue chips: essas são as ações mais negociadas na Bolsa. Geralmente são empresas com grande patrimônio, mais antigas, com sólido histórico de resultados e que têm grande liquidez. São exemplos de blue chips na Bolsa brasileira as ações da Petrobras, Vale, Itaú, Bradesco, Ambev, WEG, entre outras.
  • Small caps: são as menores empresas da Bolsa em termos de capitalização. Ou seja, são companhias que ainda têm uma fatia menor em seu mercado de atuação, que são mais novas ou que têm baixo valor de mercado. Consequentemente elas tendem a ter menor liquidez. A vantagem dessas empresas é que elas podem ter um potencial grande de crescimento e acelerado processo de expansão. Algumas small caps famosas são Sinqia, Locaweb, Taesa, Petz, Ferbasa, Méliuz e Movida. 
  • Mid caps: elas estão no meio termo entre as blue chips e as small caps em termos de tamanho e de liquidez. São empresas que têm, em média, entre R$ 2 bilhões e R$ 10 bilhões de valor de mercado. Exemplos: MRV, Marfrig, Embraer, Raia Drogasil e Cyrela. 

Vale lembrar que o mercado é dinâmico e uma empresa que hoje é considerada small cap amanhã pode estar valendo mais, ter mais liquidez e ser alçada à mid cap ou até a blue chip. Diariamente os valores das ações oscilam (por conta da volatilidade), o que altera o valor de mercado dessas empresas, bem como suas classificações. 

Como comprar ações

As ações, que representam pequenas fatias de uma empresa, são compradas e vendidas na Bolsa. Antigamente os ativos eram negociados diariamente por meio dos pregões presenciais, no meio do caos que reinava dentro da Bolsa com corretores ao telefone – muitas vezes aos berros – para conseguir os melhores negócios. Mas hoje, com a evolução tecnológica, com um celular na mão é possível investir de forma fácil e segura. 

Quando uma empresa deseja expandir seus negócios, captar mais dinheiro para ampliar investimentos ou até para pagar dívidas, ela realiza o chamado IPO (Oferta Pública Inicial). É por meio desse processo que ela se torna uma companhia de capital aberto. Ou seja, começa a negociar parte do seu capital na Bolsa e está sujeita a regulamentos e normas específicas deste tipo de empresas. 

Aqui no Brasil o mercado de ações ocorre dentro da B3, a única Bolsa que temos no país. A B3 é uma empresa formada a partir da fusão das antigas Bovespa, BM&F e Cetip. É dentro da plataforma da B3 que ocorrem as negociações diárias, a listagem das ações, a liquidação das compras e vendas e a divulgação das informações ao mercado. 

Para que os investidores possam negociar as ações dentro da Bolsa, eles precisam recorrer a uma corretora de valores ou a uma distribuidora de valores. Elas são as intermediadoras entre a Bolsa e o investidor. Assim, é por meio das corretoras/distribuidoras que é possível realizar as ordens de compra e venda de ativos. Hoje tudo é realizado por meio do homebroker, a plataforma digital que dá acesso ao mercado de ações. 

Para começar a comprar ações você pode seguir este passo a passo: 

  • Tenha sua reserva de emergência, conheça seu perfil de investidor e defina seus objetivos ao investir; 
  • Abra uma conta em uma corretora de valores; 
  • Estude, analise e escolha os ativos que você vai comprar; 
  • Envie o dinheiro que você quer investir para a sua corretora e, por meio do homebroker, faça a ordem de compra. 

guia de ações-blog-terrainvestimentos-1Estratégias de investimentos com ações 

O objetivo de todo investidor é claro: ganhar dinheiro. Mas os caminhos para se chegar a essa meta são diversos. No mercado de renda variável existem várias estratégias que podem ser utilizadas.

Vamos tratar aqui de três delas: daytrade, swing trade e buy and hold. Há investidores que adotam apenas uma, enquanto outros optam por duas formas de investir ou até mesmo dedicam só uma parcela do dinheiro à estratégia mais arriscada, enquanto deixam maior parte do patrimônio no caminho mais seguro. Vamos entender melhor?

Buy and hold 

Em tradução literal do inglês significa “comprar e segurar”. Essa estratégia de investimentos de longo prazo consiste em comprar ativos e mantê-los em carteira por vários anos, sem vendê-los ao longo do caminho. Os investidores que optam por essa estratégia (os holders) entendem que o giro de carteira (ou seja, vender e comprar ações a todo momento) é um risco alto que não vale a pena se correr e que “segurar” os ativos por anos ou décadas é uma forma eficaz de rentabilizar o patrimônio. Aqui os investidores ganham dinheiro de duas formas: com a possível valorização das cotas das empresas ao longo dos anos e com os dividendos pagos pelas empresas de forma periódica. Os dividendos são parcelas dos lucros que são distribuídos aos acionistas de tempos em tempos. 

Daytrade 

É o oposto da estratégia buy and hold. Quem faz daytrade (o trader) investe com foco no curto prazo. Ou seja, vende-se e compra-se ações dentro de um mesmo dia. O foco é ganhar dinheiro com essas operações de curtíssimo prazo e lucrar com as oscilações do mercado dentro de um mesmo pregão. Assim, o trader compra, por exemplo, 1.000 ações pela manhã por R$ 10 e tenta vendê-las a R$ 10,50 cada à tarde. É indicado para pessoas que tenham o perfil de investidor arrojado/arriscado, pois requer um grande conhecimento do mercado e também um preparo emocional muito forte, já que perder grandes quantias de dinheiro em um só dia pode ser crucial para alguns investidores. 

Swing trade 

Esta estratégia de investimentos consiste em comprar e vender ações em períodos mais longos do que o daytrade. Assim, quem faz swing trade compra uma ação hoje e espera ela valorizar ao longo dos dias ou semanas para depois vendê-la. Esta é uma estratégia de investimentos com foco no médio prazo e que, dependendo do perfil e estratégia do investidor, pode ser combinada com o daytrade ou o buy and hold. 

Dividendos ou valorização?  

Duas das formas mais usadas para obter rentabilidade com ações são os dividendos e a valorização das cotas. Estas são as estratégias utilizadas dentro da renda variável que podem ser escolhidas de acordo com o tempo de investimento, o objetivo e o grau de risco que o investidor está disposto a correr. Vamos analisar melhor as duas estratégias. 

Dividendos 

Quando você investe seu dinheiro em ações com foco no longo prazo (buy and hold), seu dinheiro começa a “trabalhar” para você. Ou seja, é a chamada renda passiva. Esse dinheiro é recebido principalmente na forma de proventos, que são parte dos lucros de uma empresa divididos com os acionistas. Os proventos são distribuídos periodicamente em forma de dividendos ou de Juros Sobre Capital Próprio. Quem foca nesta estratégia deixa o dinheiro aplicado por longos períodos e fica de olho no dividend yield da empresa, ou seja, no percentual que a companhia paga de dividendos em relação ao preço de suas ações. As empresas costumam pagar dividendos de forma trimestral ou quadrimestral, mas há algumas que pagam mensalmente. Já os fundos imobiliários, por exemplo, distribuem dividendos aos acionistas todos os meses. 

Valorização 

Essa estratégia foca no potencial de aumento do valor das cotas das ações. Ou seja, se você comprou um ativo a R$ 10, poderá vendê-lo a R$ 11 e lucrar com essa diferença. Claro que é preciso um volume maior de ações para valer a pena e obter um bom lucro. Essa estratégia é focada em rentabilizar e acumular patrimônio com diversos ativos, pode ser com ações, FIIs, ETFs, entre outros. É uma estratégia que pode proporcionar retornos mais rápidos, mas também é preciso ficar atento às possibilidades de perdas, bem como as incidências de imposto de renda sobre as operações. A estratégia de valorização pode ser usada para curto prazo, para quem investe com daytrade ou swing trade, mas também é usada no buy and hold, com a expectativa de valorização das cotas ao longo dos anos. 

Assim, as duas estratégias não são necessariamente excludentes. Podem, inclusive, ser complementares em alguns casos. 

Mas como ter noção se a rentabilidade da sua carteira está indo bem ou mal? Existem várias formas de medir isso no mercado de ações. Mas a referência mais utilizada é o Ibovespa. Ele é o principal índice da Bolsa e que serve de comparação para todo o mercado e também para sua carteira de investimentos. Ou seja, se o seu patrimônio cresce acima do Ibovespa é uma forma de perceber se você está evoluindo ou não.

Carteiras recomendadas facilitam escolha de ações 

A Bolsa brasileira tem cerca de 400 empresas listadas. Assim, pode parecer difícil analisar todas as ações e tomar uma decisão de quais são as melhores para comprar. 

Foi pensando nisso que surgiram as carteiras recomendadas de investimentos. Elas são uma seleção de ativos escolhidos por especialistas do mercado financeiro e indicados para que você possa comprar ações de forma mais fácil e com segurança. 

A Terra Investimentos, por exemplo, tem carteiras semanais (com foco no curto prazo) e carteiras mensais de ações (com foco no médio prazo). Elas têm como foco superar a rentabilidade do Ibovespa e são nacionalmente reconhecidas no mercado pela alta valorização e critérios técnicos. 

Vantagens de se investir por meio de carteiras recomendadas 

  • Praticidade: as carteiras são uma das formas mais práticas de investir em renda variável, pois são recomendações feitas pelos especialistas da Terra Investimentos que monitoram o mercado o tempo todo para você.
  • Liberdade: apesar das recomendações, você tem liberdade de escolha e pode decidir se deseja comprar, vender ou manter os ativos em sua carteira. Assim você pode aproveitar melhor seu tempo em vez de ficar na frente de monitores e gráficos.
  • Facilidade: você investe na carteira recomendada em um clique e pode ainda contar com a facilidade de automatizar este processo. 
  • Diversidade: na Terra Investimentos, você conta com 6 tipos de carteiras recomendadas em renda variável: carteira semanal de ações, carteira mensal de ações, carteira de dividendos, carteira de small caps, carteira de BDRs e carteira de FIIs. 

Mas como usar as carteiras recomendadas para comprar ações? 

Para investir de acordo com uma carteira recomenda é muito simples. Após abrir sua conta gratuita na Terra Investimentos e transferir recursos da sua conta corrente no banco para sua conta na Terra, você pode investir na carteira recomendada em poucos cliques no “Portal do Cliente”. Depois, quando há mudanças de recomendações e você quiser trocar os ativos, você pode escolher três caminhos: 

  • Assessor de investimentos: basta solicitar a atualização da carteira recomendada por meio da Mesa de Operações – seja por telefone, e-mail, WhatsApp ou chat. Em poucos minutos, um assessor de investimentos executa a ordem e o investidor não precisa se preocupar com mais nada.
  • Automatização das carteiras: é uma opção da Terra Investimentos que proporciona ainda mais praticidade. A solução automatiza a gestão da carteira recomendada e o investidor não precisa se preocupar. A compra e a venda das ações ocorre automaticamente no exato momento em que o time de análise da Terra identifica as oportunidades.
  • Plataformas de investimentos: esta opção é para quem prefere fazer tudo sozinho e opera via autoatendimento. Aqui o próprio investidor entra no homebroker ou em outra plataforma de negociação e faz a compra e a venda dos ativos. 

Os profissionais da Terra Investimentos utilizam conceitos fundamentalistas e conceitos gráficos para indicar os melhores ativos para comprar. Assim, os especialistas mapeiam diferenciais e definem o preço-alvo para as ações, apontando a oportunidade inicial e o potencial de geração de valor de cada ativo. 

Quer ter acesso às melhores carteiras recomendadas de ações do mercado? Acesse aqui um material gratuito sobre o assunto. 

Tem dúvidas e precisa de ajuda? 

É só enviar seus dados no formulário a seguir e um especialista de nossa equipe entrará em contato com você para esclarecer todas as suas dúvidas! 



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