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Quando começamos a pensar no futuro, surgem muitas dúvidas sobre qual a melhor forma de montarmos nossas reservas financeiras. Nesse momento, um guia do investimento voltado a iniciantes é algo de extrema importância.

Isso porque, nessa hora, uma confusão que normalmente ocorre é sobre poupar e investir. À primeira vista, esses conceitos podem ser idênticos para o investidor iniciante, no entanto, saiba que não é bem assim.

Quando poupamos, por exemplo, estamos simplesmente guardando dinheiro (o qual pode inclusive perder poder de compra diante da inflação superior ao rendimento). Ao passo que, se investimos, fazemos com que o dinheiro trabalhe para nós. Essa é a diferença básica entre poupar e investir. 

Por outro lado, existe um universo de opções para quem deseja começar a investir. Para tanto, está relacionado à escolha dos investimentos que podem proporcionar maiores ganhos.

Pensando nisso, preparamos esse material com orientações para o investidor iniciante. Esse guia completo do investidor vai permitir que você:

  • Aprenda o passo a passo para começar a investir;
  • Entenda a importância de escolher os investimentos certos para o seu perfil;
  • Conheça os principais tipos de investimentos e identifique os mais adequados a você;
  • Compreenda a importância de uma assessoria financeira experiente e conceituada na hora de investir.

Vamos começar? Fique conosco e aproveite a leitura! 

Guia do investimento: passo a passo para começar a investir

Antes de começar a formar reservas financeiras, há pontos fundamentais que o investidor deve dominar. Vejamos quais são eles: 

Organizar o orçamento
Definir objetivos claros e ter disciplina para alcançá-los
Fazer uma reserva de emergência
Definir seu perfil de investidor
Diversificar os investimentos
Categorias de investimentos
Investimentos em renda fixa
Poupança
Certificado de Depósito Bancário (CDB)
Títulos Públicos
Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA)
Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA)
Debêntures
Letra Financeira (LF)
Investimentos em renda variável
Fundos de Investimento
Commodities
Mercado futuro
Opções
Mercado de ações X Mercado de opções
A importância de uma boa assessoria financeira

Organizar o orçamento

Agora que você já sabe que poupar e investir são coisas diferentes, está na hora de organizar o orçamento. Nesse sentido, o primeiro passo é conhecer e controlar as próprias despesas.

Parece óbvio, mas é justamente nesse ponto que estão algumas das maiores dificuldades. Afinal, ninguém está livre de emergências e de novos desejos de consumo, certo?

Não existe uma fórmula única para organizar o orçamento. Entretanto, a Regra dos 50 – 30 – 20 é bem simples e pode ser um bom ponto de partida para quem está começando a programar as finanças pessoais.

Resumidamente, essa regra funciona da seguinte maneira:

  • 50% da sua renda deve atender às necessidades básicas, como moradia, alimentação, transporte, entre outras.
  • 30% pode ser alocado em itens flexíveis, como compras e lazer.
  • 20% deve atender aos objetivos financeiros, como construir uma reserva de emergência, poupar para a aposentadoria, realizar investimentos, etc.

Desta forma, com essa etapa definida, agora você já sabe como distribuirá o seu dinheiro.Vamos para o segundo passo do guia do investimento:

Definir objetivos claros e ter disciplina para alcançá-los

Tão importante quanto guardar dinheiro, é ter clareza do que se deseja fazer com ele no futuro. Isso porque a escolha do investimento ideal está ligada aos seus objetivos.

Por exemplo, se você deseja viajar para os EUA daqui a dois anos, é interessante que adquira dólares ou invista em fundos cambiais com uma certa antecedência. Dessa forma, você estará investindo na mesma moeda que gastará lá fora e não terá problemas, caso o real se desvalorize até a sua viagem.

Por outro lado, se o seu objetivo é pagar a faculdade dos filhos ou abrir um negócio depois da aposentadoria, então os investimentos de longo prazo podem lhe proporcionar maiores ganhos. Nesse sentido, ações, fundos imobiliários e outras alternativas de longo prazo poderiam ser uma boa escolha. 

Fazer uma reserva de emergência

Ao definir sua estratégia de investimentos, a rentabilidade não deve ser o único ponto a considerar. Isso porque alguns ativos oferecem ganhos superiores a outros, porém, para que isso ocorra, o dinheiro normalmente precisa ficar mais tempo aplicado.

Pensando nisso, o investidor deve sempre destinar parte de seus recursos para formar a reserva de emergência. Ou seja, significa escolher aplicações que permitam o resgate imediato sem a perda dos rendimentos.

Assim, fundos e CDBs com liquidez diária são boas opções para compor a reserva de emergência.

Definir seu perfil de investidor

Por meio de algumas perguntas, as instituições financeiras podem conhecer melhor o perfil e as expectativas de seus clientes. Logo, esse questionário, também chamado de suitability, servirá para determinar o nível de risco que o investidor está disposto a correr em relação ao seu patrimônio.

Dessa maneira, perfis mais conservadores terão preferência por aplicações mais previsíveis, como a renda fixa, por exemplo. Já os mais arrojados poderão optar por ações, moeda estrangeira e outros ativos de renda variável. E tudo isso só poderá ser determinado corretamente depois de conhecido o perfil do investidor

Diversificar os investimentos 

Outra premissa básica desse guia do investimento é a diversificação das aplicações.

A diversificação é, basicamente, alocar recursos em diferentes tipos de investimento. Assim, o investidor conseguirá proteger melhor o seu patrimônio, pois um eventual desempenho negativo de uma aplicação não prejudicará todo o valor investido.

Em poucas palavras, ao diversificar o seu capital, o investidor estará melhorando a relação entre risco e retorno dos seus investimentos.

Como já vimos, o suitability é o principal instrumento das instituições financeiras para conhecer o seu cliente. Logo, ele é de fundamental importância também para que o investidor possa diversificar seus recursos com mais segurança. 

Categorias de investimentos

Após os passos iniciais, é hora de apresentar as principais categorias desses ativos.

Antes de mais nada, o investidor precisa saber que existem, basicamente, duas formas de conhecer os seus ganhos. Uma delas é no momento em que contrata a aplicação; a outra, é quando o ativo chegar no vencimento.

Essas duas formas abrigam uma grande quantidade de investimentos. Vejamos o conceito de cada uma, bem como algumas de suas modalidades.

Investimentos em renda fixa

Como o próprio nome diz, os investimentos em renda fixa possuem uma rentabilidade previsível. Ou seja, já no momento da contratação, o investidor pode saber o quanto irá render a aplicação.

Os ganhos dessas aplicações podem ter um percentual definido (3% ao ano, por exemplo) ou seguirem algum percentual de índices, como Selic, CDI, inflação ou algum outro.

Normalmente, a renda fixa é a porta de entrada no mundo dos investimentos. Isso porque algumas modalidades são simples e proporcionam maior segurança ao investidor quanto aos ganhos.

Conforme já vimos, a renda fixa é uma das categorias de investimentos, porém, dentro dela, existem vários tipos de aplicações. Vejamos as mais populares:

Poupança

Atualmente a poupança é a pior modalidade de investimento disponível no mercado. Uma vez que, com a taxa Selic em 2% ao ano, o retorno anual da poupança passou a ser 1,40% ao ano. Entretanto, esse rendimento fica abaixo da inflação projetada para 2020, que é de 1,94% ao ano.

Logo, em termos práticos, ao investir na poupança literalmente perde-se dinheiro hoje. Um exemplo recente ilustra bem esse fato: em setembro, a Mega-Sena acumulou prêmio de R$ 36 milhões. Se o ganhador deixasse os recursos na poupança, deixaria de ganhar em torno de R$ 172,8 mil por ano. Imagine deixar todo mês R$ 14.400,00 voando por aí? Seria bem melhor ter todo esse dinheiro no seu bolso, certo?!

Ou seja, a poupança é a última modalidade na qual o investidor deve pensar hoje, mesmo que seja um iniciante no mundo das finanças.

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Uma das modalidades mais conhecidas da renda fixa é o CDB. Esses títulos são emitidos por instituições financeiras para captação de recursos.

Na prática, quem adquire um CDB está emprestando dinheiro ao banco emissor e será remunerado por isso.

As suas principais vantagens são a facilidade de aplicação e a possibilidade de liquidez diária. Por isso, são uma excelente opção para compor a reserva de emergência. 

Títulos Públicos

Os títulos públicos - mais conhecidos como Tesouro Direto - são papéis emitidos pelo Tesouro Nacional. Assim como os CDBs e letras financeiras, seu objetivo é financiar as atividades do emissor. No entanto, quem adquire títulos públicos passa a emprestar dinheiro para o governo, em vez de para os bancos. 

Por isso, os títulos públicos são considerados os investimentos mais seguros. Afinal, a probabilidade de um governo quebrar e deixar de pagar seus compromissos é bem menor quando comparada a qualquer instituição, não é mesmo? 

Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA)

As LCIs e LCAs também são muito parecidas com os CDBs. Ou seja, quem compra esses papéis também empresta dinheiro para uma instituição financeira em troca de remuneração.

Do ponto de vista de quem investe, não há diferença entre um ou outro título. A distinção entre ambas está no lastro do papel.

Isso porque as letras de crédito imobiliário, por exemplo, são lastreadas na carteira de crédito imobiliário da instituição financeira emissora. Já as letras de crédito do agronegócio são títulos que têm o objetivo de captar recursos para financiar o agronegócio.

No entanto, esses títulos apresentam algumas diferenças em relação aos anteriores. As principais são:

  • Liquidez: normalmente, é menor do que a de outros títulos de renda fixa. Logo, o investidor não consegue sacar os recursos a qualquer momento.
  • Carência mínima: via de regra, o prazo mínimo de resgate é de 90 dias. Entretanto pode chegar até 36 meses, dependendo do indexador a que a remuneração estiver atrelada.
  • Tributação: esse é um dos maiores atrativos das letras de crédito. Diferentemente de outros títulos de renda fixa, as LCIs e LCAs não possuem imposto de renda. Desse modo, mesmo que tenham uma taxa mais baixa do que um CDB por exemplo, sua rentabilidade pode acabar sendo mais vantajosa.

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA)

Em termos de funcionamento, os CRIs e CRAs são semelhantes às letras de crédito imobiliário e do agronegócio — ambos têm lastro ou no mercado imobiliário (no caso do CRI), ou no agronegócio (como o CRA).

Contudo, há algumas diferenças importantes entre essas modalidades.

A primeira delas é quanto ao emissor dos títulos. De modo diferente das LCs, os CRIs e CRAs não são emitidos por bancos, e sim por companhias securitizadoras.

Nova call to action

Portanto, são as securitizadoras que receberão os créditos das construtoras e das instituições do agronegócio e os venderão para quem desejar investir nesses segmentos. Dessa forma, esses títulos não serão cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Por isso, normalmente pagam rendimentos superiores a outras modalidades.

Outro ponto importante é que CRIs e CRAs são aplicações indicadas para investidores experientes e habituados a aplicarem valores mais altos. Ou seja, profissionais certificados ou membros de clubes de investimentos.

Debêntures

Por fim, as debêntures são títulos emitidos por empresas para captação de recursos. Logo, quando adquire uma debênture, o investidor passa a ser credor da companhia.

Entre os títulos de renda fixa, as debêntures são um dos que oferecem maior rentabilidade. Todavia, o investidor deve atentar para o fato de que elas não possuem a garantia do Fundo Garantidor de Crédito. Portanto, apresentam mais risco do que algumas outras modalidades de renda fixa.

Além disso, sua liquidez é baixa, e o resgate antecipado pode ocasionar perdas financeiras. Por isso, o investidor deve pensar em debêntures como alternativa para o médio e longo prazo. 

Letra Financeira (LF)

Em alguns aspectos, a letra financeira funciona da mesma maneira que os CDBs. Ou seja, também são títulos emitidos por instituições financeiras em troca de remuneração para o adquirente. Entretanto, ela apresenta algumas peculiaridades que acabam restringindo a sua disponibilidade, como:

  • A aplicação mínima é de R$ 150 mil;
  • E o prazo mínimo é de 2 anos.

Investimentos em renda variável

Até aqui, já vimos as principais modalidades de renda fixa. A seguir, nosso Guia do Investimento mostrará como funciona a renda variável. 

Essa categoria, indicada para quem já começou a investir, é a que contempla a maioria dos investimentos.

E, diferentemente da renda fixa, os investimentos em renda variável não têm o rendimento definido no início da aplicação. Nesse sentido, só no final do prazo acordado é que o investidor saberá qual o seu ganho.

É importante ter em mente que, assim como pode proporcionar rendimentos superiores à renda fixa, a renda variável também pode levar à perda total do patrimônio. Por isso, é de suma importância que o investidor conheça bem esse mercado antes de alocar seu patrimônio.

Conheça as principais modalidades de renda variável:

Ações

As ações são, sem dúvida, os investimentos mais lembrados quando falamos em renda variável. Elas representam uma fração do capital social de uma empresa. Desse modo, quando investimos em ações, passamos a ser sócios da companhia — o que representa participação nos lucros e, também, em eventuais prejuízos do negócio.

A primeira coisa que o investidor precisa saber é que, para comprar diretamente ações, é essencial ter um bom conhecimento técnico e de mercado, pois existem empresas boas e ruins, e saber diferenciá-las é fundamental para proteger o patrimônio.

BDRs

Fundos de Investimento

Um fundo de investimento é formado por diversos ativos de uma determinada categoria. Basicamente, funciona como um condomínio, no qual cada participante adquire uma cota, paga uma mensalidade para a administração e segue um regulamento próprio.

Além disso, os fundos podem ser aplicados em diversos ativos. Por exemplo, há fundos de ações, imobiliários, de moedas estrangeiras e, até mesmo, fundos que aplicam em outros fundos. 

De toda forma, há diversos fundos de renda fixa também e fundos que são híbridos (ou seja, aplicam em ativos de renda fixa e variável). Neste outro blog post, explicamos detalhadamente por que é vantajoso investir em fundos. 

Uma das grandes vantagens é a diversificação que eles proporcionam ao investidor. Outro ponto positivo é que os fundos contam com gestores profissionais. Isso significa que os seus ativos são selecionados e monitorados por equipes especializadas, o que favorece o investidor menos experiente.

Além disto, a gestão profissional faz com que os fundos tenham a tendência de proporcionar bons ganhos com maior grau de segurança.

Commodities

Por causa da larga escala e das variações de preços consideráveis, as commodities também são vistas como um investimento. Sendo assim, elas podem ser:

  • Agrícolas: ligadas ao agronegócio, como café, milho, soja, trigo, boi gordo, entre outras.
  • Ambientais: relacionam-se com os bens produzidos a partir de recursos naturais. Madeira, água e geração de energia são alguns exemplos.
  • Minerais: são os minerais, metais e recursos ligados à energia. Os exemplos mais comuns são petróleo, ouro, etanol e gás natural.
  • Financeiras: trata-se dos títulos emitidos pelo governo (títulos públicos) e moedas negociadas em vários mercados, como euro, dólar e real.

Para investir em commodities, pode-se pode tanto adquirir o ativo (como a soja ou o dólar, por exemplo), quanto negociá-la no mercado futuro, conforme veremos a seguir. De toda forma, é importante destacar que as alternativas a seguir são recomendadas apenas para investidores mais experientes e com perfil arrojado. 

Mercado futuro

O contrato futuro é um acordo de compra e venda de um ativo em uma data futura, por um preço preestabelecido. Com esse investimento, pode-se lucrar tanto na valorização quanto na queda do valor dos ativos.

Esses contratos surgiram como forma de proteção para os produtores, principalmente do setor agrícola. Por meio deles, vendedores e compradores conseguem fixar um preço, vendendo o produto antes da colheita.

Entretanto, investir em contrato futuro demanda aportes iniciais altos. Por isso, não costumam ser acessíveis a pequenos investidores.

Pensando nisso, foram criados os minicontratos futuros. Esses contratos seguem o mesmo modelo de funcionamento dos contratos padrão, entretanto correspondem a 20% do valor dos mesmos.

Por fim, cabe lembrar que o mercado futuro é uma das modalidades de renda variável de maior risco. Portanto, também é fundamental entender muito bem o funcionamento desses ativos antes de investir.

Opções

As opções representam um contrato que dá ao seu titular o direito de negociar um ativo em data futura por determinado preço. Assim como os contratos futuros, as opções também são derivativos. 

Além disso, também podem ser utilizadas como hedge. Isso significa que alguns investidores também costumam utilizá-las para proteger o seu patrimônio de oscilações do mercado.

Mercado de ações X Mercado de opções

Assim como as ações, as opções também são negociadas na Bolsa. Isso faz com que, muitas vezes, os investidores confundam os mercados. 

O mercado de ações negocia diretamente os papéis da empresa. Conforme já vimos, ao adquirir uma ação, o investidor passa a fazer parte do quadro societário da companhia. Por outro lado, o mercado de opções negocia somente o direito de compra e venda de determinado ativo.

Digamos que um investidor pense que uma determinada ação aumentará de preço em 30 dias. No entanto, ele não pode (ou não quer) comprá-la agora, e sim daqui a um mês. Nesse caso, para garantir o preço atual, ele pode comprar uma opção de compra, chamada call. Esse título dará a ele o direito de, daqui a 30 dias, comprar a ação pelo preço de hoje, mesmo que, na data da compra, a ação tenha subido.

Agora imagine a situação contrária: esse mesmo investidor acha que uma de suas ações pode perder valor nos próximos meses. Entretanto, ele não gostaria de se desfazer agora do papel.

Para evitar a desvalorização de seu patrimônio, dessa vez, ele comprará uma opção de venda, chamada put. Nessa situação, a put dará a ele o direito de venda do papel na data acordada.

Por fim, é importante lembrar que o investidor não é obrigado a exercer a opção no vencimento. No caso da opção de compra, por exemplo, se a ação estiver mais barata do que na data da negociação da call, o investidor simplesmente não exercerá o seu direito. E isso não lhe trará nenhum prejuízo.

Da mesma forma funciona com a put. Ou seja, as opções, além de possibilitarem ganhos dependendo da oscilação dos ativos, também funcionam como um seguro (hedge) do patrimônio.

A importância de uma boa assessoria financeira

Depois de ter lido todo o Guia do Investimento, você, possivelmente, possa estar se perguntando: e agora, por onde começar?

Pois saiba que o fundamental para garantir segurança e rentabilidade para o seu patrimônio é contar com uma assessoria qualificada e experiente.

Nesse sentido, a Terra possui as melhores opções de investimentos para que você alcance rapidamente os seus objetivos. Além disso, dispõe de profissionais altamente qualificados, que poderão lhe orientar para que seus primeiros passos no mundo dos investimentos sejam feitos com tranquilidade e segurança.

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